Heineken não serve cerveja. Serve Perfect Serve - o ângulo certo, a espuma certa e a temperatura perfeita: 0–3º. Tudo controlado ao detalhe.
Mas há uma variável que a Heineken não controla: o verão português. Temperaturas que podem atingir os 47º, com variações constantes entre cidades, locais e momentos do dia.
Para uma marca obcecada com a perfeição, o desafio deixou de ser apenas servir bem. Passou a ser perceber quanto tempo ela dura, para que seja bebida no ponto certo.
Criámos os Heineken Cool Timers, um modelo que calcula, em tempo real, quanto tempo uma Heineken se mantém no seu ponto ideal.
Para isso, cruzámos dados de temperatura ambiente em cada localização, informação meteorológica atualizada e o comportamento térmico da própria garrafa, modelando a sua perda de frio ao longo do tempo.
Com base nestas variáveis, desenvolvemos uma fórmula dinâmica capaz de determinar, a cada momento, quanto tempo uma Heineken permanece na sua temperatura ideal.
Ligámos este sistema a mais de 150 mupis espalhados pelo país, estrategicamente posicionados junto a bares e pontos de venda, onde a decisão acontece.
Transformámos dados e física numa informação simples e acionável: o tempo, tornado visível.
Os resultados da campanha validam, em múltiplas dimensões, a eficácia da campanha baseada em relevância contextual e execução de precisão.
Cobertura e impacto de media: Os 283 painéis da JC Decaux geraram 19.094.641 impactos totais, alcançando 2.380.043 pessoas, o equivalente a 32,2% da população portuguesa. Em Lisboa, a região com maior densidade de ativação, o alcance atingiu 54,19% da população da área metropolitana (177 painéis).
Para contextualizar a dimensão deste número: Portugal registou 82,1 milhões de dormidas em 2025 e um total de 19,7 milhões de hóspedes estrangeiros durante o ano. O verão, período de ativação da campanha, concentra a maior densidade populacional de Lisboa, Porto e Algarve, regiões todas cobertas pelo plano de meios. Cada impacto dos Cool Timers aconteceu no contexto de maior densidade turística e de consumo on-trade do ano.
Marca: O Brand Power da Heineken cresceu +1,3 pontos percentuais no Q3 2025 vs. Q3 2024, crescimento impulsionado por dois vetores de mérito: Diferenciação com +22pp e Saliência com +4pp. Estes números são particularmente relevantes porque validam a hipótese estratégica da campanha. Saliência é a métrica que mede se uma marca vem à mente primeiro no momento de decisão de compra. Num período de alta concorrência estacional, a Heineken aumentou a sua saliência. E fê-lo com um argumento de diferenciação concreto: não foi mais simpática, foi mais precisa.
Volume: Nas semanas de ativação das duas waves da campanha, as vendas off-trade cresceram +23% vs. as três semanas anteriores, superando o crescimento registado nas restantes semanas do período. O pico de vendas de Heineken em 2025 ocorreu na semana imediatamente após a segunda wave da campanha (semana 33), estabelecendo uma correlação direta entre a ativação do Cool Timers e o comportamento de compra.
Conversa e earned media: A campanha gerou cobertura espontânea no ECO, na Marketeer e no Imagens de Marca, por exemplo, com enquadramentos distintos que evidenciam amplitude cultural: tecnologia no espaço público, inovação criativa, relevância de marca no quotidiano. Stories e publicações de influenciadores, incluindo nomes como Pedro Teixeira e Inês Teixeira, amplificaram o alcance pago com reach orgânico não contabilizado nos números de media.
Uma campanha que combina crescimento de brand power, pico de vendas e conversação espontânea não é uma campanha de verão. É uma campanha de cultura.